quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Impeachment de Dilma Rousseff na etapa final


Senado em Brasília inicia hoje, 25 de agosto, o julgamento de Dilma: 54 votos a favor determinarão o afastamento definitivo  da sucessora de Lula da Silva.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Da última vez a culpa foi da empregada ucraniana, qual será a razão desta vez? #putinatwar #putin






Parece que o Putin resolveu reacender o conflito na Ucrânia (Lê mais aqui e aqui), talvez aproveitando os desentendimentos na Europa com o Brexit, ou mesmo facto de acreditar que pode vir a ter um aliado de peso nos Estados Unidos, caso o Trump ganhe.

A verdade é que quando se substituiu à comunidade internacional no combate ao DAESH na Síria, houve uma diminuição da animosidade contra o Putin, que tinha surgido com a sua intervenção na crise da Ucrânia. Agora, parece que ele começa a tentar capitalizar com isso.

Veremos como reage a Europa... (ou o que resta dela)

Já escrevi sobre a crise da ucrânia aqui, aqui e aqui.






segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A Sovietização de Portugal



Em plena “silly season” quase tem passado despercebida mais uma fase da campanha de “Sovietização” de Portugal, levada a cabo pelo atual Governo e pelos partidos que o suportam.
Desde o aumento dos combustíveis (como se só os ricos tivessem carros) ao aumento do IMI para quem tem mais sol (mesmo para quem vive em Porto Brandão e Trafaria), passando pelas “bolas de Berlim”, até à banalização da promiscuidade entre governantes e empresas privadas (como se pagar viagens a secretários de Estado fosse normal), todos temos estado sujeitos à “Sovietização” estando sob o efeito placebo provocador de uma dormência generalizada na sociedade portuguesa.
Hoje, se consumimos somos tributados. Se trabalhamos somos pesadamente tributados. Se acumulamos poupança consideram-nos ricos, portanto, somos tributados. Se adquirimos casa própria somos ricos, portanto, somos tributados.
O Governo descobriu uma nova classe de ricos. São os mais de 75% de portugueses que têm casa própria. São os 50% de portugueses que têm automóvel. São os cerca de 25% de portugueses que fumam. São os cerca de 25% de portugueses que consomem pelo menos uma bebida alcoólica por dia. São os cerca de 25% de portugueses com seguros de saúde privados.
Importa recordar que o PS nas legislativas de 2015 obteve 1.747.685 votos. Ou seja, aqueles que têm levado a cabo a “Sovietização” de Portugal representam bem menos do que os 7,5 milhões de portugueses com casa própria; do que os 5 milhões de portugueses que têm automóvel; do que os 2,5 milhões que fumam; do que os 2,5 milhões que consomem álcool (moderadamente), e bem menos do que os 2,5 milhões que têm seguros de saúde privados.
Desta análise estamos a excluir ainda as nossas empresas e, principalmente, as PME que representam mais de 80% do nosso tecido empresarial e que têm visto serem agravadas as tributações às mais diversas atividades, além do eterno e pesado IRC.
O processo de “Sovietização” em curso parece querer o regresso ao modelo falhado do “socialismo real” aplicado na antiga União Soviética, que defendia o controlo económico e social através do poder musculado. O resultado final foi o paradigma do falhanço socialista.
Este processo tem também nuances do modelo cubano onde o estado, teoricamente, se apresenta como popular, socialista, defensor dos interesses dos trabalhadores e distribuidor da riqueza. Os resultados de Cuba são também um bom exemplo da miséria do socialismo com caracter totalitarista.
Mas o mais bizarro na “Sovietização” em curso são os traços do modelo venezuelano. É evidente no discurso da geringonça a defesa da política de estímulo ao consumo interno que no caso venezuelano teve o resultado de uma inflação brutal. Outro traço comum ao regime venezuelano é a despreocupação quanto ao equilíbrio da balança comercial, traduzindo-se isso num aumento das importações. Este desequilíbrio levará a um estrangulamento da iniciativa privada e, com isso, à diminuição do peso do setor privado, reduzindo o investimento e baixando a capacidade produtiva, aumentando o desemprego e, por consequência, a pobreza.
Afinal, o que nos tem trazido este processo de “Sovietização”? Temos mais desemprego (dados do INE); aumentou a dívida publica pelo 4.º mês consecutivo (dados do BdP); as exportações estão em queda (dados do INE); a poupança está em valores negativos, algo que não sucedia desde 1995 (dados do INE); o investimento cai pela 1.ª vez desde 2013 (dados do INE); a confiança dos consumidores voltou a cair (dados da CE); a atividade económica está com valores negativos, algo que não sucedia desde 2013 (dados do BdP). E a tudo isto ainda devemos acrescentar o aumento do número de famílias sobre-endividadas, resultado do estímulo ao consumo apregoado pelo Governo (dados da DECO).
Afinal, estamos pior e parece que a “Sovietização” que o Governo quer impor está a condenar Portugal ao fracasso. Até lá, veremos se escrever um artigo de opinião não passará também a pagar imposto.


Artigo publicado no jornal económico OJE

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Justiça Fiscal???

Sem qualquer tipo de demagogia...
Justiça fiscal???


Aqui vemos um fiscal das finanças a multar um vendedor de bolas por não passar fatura. A ordem vem do Secretário de estado dos assuntos fiscais, Rocha Andrade. 

O mesmo secretário de estado que ordenou a fiscalização dos vendedores de bolas de berlim parece que aceitou um presente de valor elevado de uma empresa (GALP) com a qual o estado tem uma disputa fiscal.

Esperemos que seja condenado a pagar, no mínimo, a mesma multa que o vendedor de bolas de berlim.

Claro que o mais "justo" para os vendedores de bolas ( e para os contribuintes) seria o secretário de estado demitir-se.
Por muito menos vimos João Soares, empurrado por António Costa, demitir-se. 

Veremos se existem consequências.

domingo, 31 de julho de 2016

ASSIM É FERNANDO MEDINA...

Fernando Medina segundo Pedro Bidarra.

Em Lisboa António Costa “(…) foi-se embora e deixou um sucessor. Como se a presidência da Câmara de Lisboa fosse um trono para ser herdado sem dar cavaco aos lisboetas.

Mas assim foi. E ao Costa sucedeu um herdeiro desconhecido que aparenta ser filho de sucessivos cruzamentos e consanguinidades socialistas. 

Uma figura branca, pálida, de voz fininha e cuja preocupação maior, talvez para compensar, pareça ser a de aparecer na fotografia e ter uma palavrinha televisiva sobre tudo o que é atualidades.

Um daqueles novos tipos políticos, com media training, daqueles que, quando falam, olham alternadamente - de vírgula em vírgula, de conjunção em conjunção - para a câmara da direita e para a câmara da esquerda.

Um não lisboeta. Um político crescido em corredores e não nos becos e vielas de Lisboa. Quando o príncipe herdeiro da Câmara Municipal de Lisboa chegou ao trono, nenhum lisboeta lhe conhecia, sequer, a voz. Não tardou a aparecer comentador na TVI.

E passámos a conhecê-la, a voz: é pequenina, sem corpo, sem interesse. Ultimamente, com o grande patrocínio do exemplar jornalismo dos dias, o principezinho anda a ser promovido como homem e apresentado como "dono da obra".

Aqui há atrasado, na capa da Revista do Expresso, lá estava ele numa catacumba lisboeta, de capacete como os homens e de telemóvel como os políticos, num multitasking competente e artisticamente encenado para parecer o homem que faz (parabéns aos assessores).

Atrás, em algumas fotografias e em alguns vídeos, apareciam o Manuel Salgado, o José Sá Fernandes e todo um suporting cast, a corte do dono da obra. É marketing e cheira a marketing. Cheira a sabonete, não cheira a Lisboa.

Há dias partilhava estas ideias com um amigo da esquerda, esquerda e ele, alarmado, disse-me: "Mas queres entregar a CML à direita?" Na verdade, não quero nem posso absolutamente nada. Mas gostava que CML estivesse nas mãos de alguém curricularmente lisboeta. Alguém que merecesse a cidade.

É nas autárquicas que estamos mais próximos da democracia. Os PM, os ministros e até os deputados não ouvem ninguém. Não têm o hábito nem a oportunidade. Estão longe da malta, passam muito tempo nos corredores onde apenas escutam as vozes uns dos outros e as previsíveis perguntas dos jornalistas.

Mas os autarcas ouvem porque a malta os encontra na rua (…). Os autarcas têm que ser da cidade. Não da televisão. O Medina é dos corredores que levam à televisão que leva de volta aos corredores. Não é da cidade.

Tenho a certeza absoluta, conhecendo o lisboeta, que se a direita, numa tarefa quase impossível, desencantasse um ou uma lisboeta decente (...) o Medina, o principezinho herdeiro, não teria a mínima hipótese. É que Lisboa não vai com qualquer um.”



quinta-feira, 28 de julho de 2016

UM SOCIALISTA POUCO SOLIDÁRIO COM O SEU GRUPO POLITICO EUROPEU


O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, lamenta a decisão da Comissão Europeia, de aplicar multas zero a Portugal e Espanha. O presidente do Eurogrupo ficou desiludido por não haver consequências para os dois países, depois de se ter concluído que não tomaram as medidas necessárias para corrigirem os défices excessivos. O que se pode dizer sobre estas afirmações: um socialista equivocado nas ideias e nas funções que exerce e pouco solidário com o seu grupo político europeu.
 
 

A VITÓRIA DA HIPOCRISIA


A secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, considerou que a decisão da Comissão Europeia de aplicar sanção zero a Portugal constituiu "uma indiscutível grande vitória" do Governo, contrariando a "subserviência" do anterior executivo face a Bruxelas. Mais referiu que tal decisão foi igualmente uma “derrota da direita que, como as recentes declarações de Pedro Passos Coelho apontavam, parecia apostar na efetivação das sanções a Portugal como arma de arremesso político-partidário, não sabendo colocar os interesses nacionais acima dos interesses partidários". Pois bem, se a hipocrisia matasse, Ana, tal como este Governo, e todos os partidos que o geringonçam estariam extintos, pois sempre ao longo deste processo foram afirmando que eventuais sanções a Portugal seriam responsabilidade das políticas económicas do anterior Governo de Passos Coelho. Moral da história: As políticas do anterior Governo sofreram sanção Zero! As do atual, ainda nem concluído está o período de análise de cumprimento do défice, e já vai tendo a imposição das instituições europeias de 500M€ de medidas adicionais para o corrente ano, numa espécie de tolerância zero para o que se aproxima.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Bruxelas quer aumento do IVA, em Portugal


para garantir 450 milhões

Esta Europa não está pronta para um projeto Europeu

Quando leio notícias como a das reuniões apenas com os países fundadores da União Europeia para debater as consequências BREXIT, (lê mais aqui), não consigo deixa de me sentir incomodado. 

Mas somos uma união ou não? Porquê? Qual é a lógica de relegarem os restantes países para segundo plano?

Uma União que tinha como principal objetivo mitigar as diferenças existentes entre os diversos estados e evitar as guerras constantes que assolaram o continente europeu, parece estar mais preocupada em acentuar estas diferenças. 

Definitivamente esta não é a Europa do Adenauer, do Churchill, do Kohl, do d'Estaing, ou do Mitterrand. 

É incompreensível como é que em pleno século XXI continua a existir a necessidade de mostrar aos mais fracos quem manda, especialmente num momento em que a Europa é atacada e onde mais do que nunca deveria prevalecer a união (já escrevi sobre isto aqui).

Esta conversa das sanções é outra idiotice de uma Europa sem rumo. Ou seja, parece que esta Europa quer transmitir uma ideia simples: "Depois do BREXIT, vamos lá é garantir que aumenta o desconforto da opinião pública contra a União Europeia". 

Se o caminho natural do projeto europeu é o federalismo, onde o poder é partilhado, e onde largamos este estado de "chove mas não molha", os atuais cabecilhas desta coisa a que alguns chamam união estão mais preocupados em evitar que o Nigel Farage seja fotografado (já escrevi sobre o Brexit aqui).


Como é que é possível alguém pensar em sancionar qualquer país neste momento? (lê mais aqui)

Eu sei que esta coisa não é recente, já em 1919, no Tratado de Versalhes, a Europa e o Mundo se preocuparam mais em castigar, em sancionar, do que em resolver o problema. Mas acho que a história nos deveria ter ensinado que a hipocrisia não traz bom resultado.

É que se  houve 114 incumprimentodo pacto orçamental desde 1999, 11 vezes pela França, 10 vezes por Portugal, Polónia e Grécia, 8 pela Itália e 5 pela Alemanha, porque é que só agora se fala de sanções? O que é que esta malta pretende?

  (retirado da sic notícias, Comentário do Francisco Louçã)


Em Portugal, só há um beneficiado com isto, o Partido Socialista. Por isso, custa-me muito a acreditar que haja no PSD quem defenda, ou se sinta minimamente satisfeito com estas ameaças de sanções. A acontecer, esta será a desculpa que faltava para justificar a forma irresponsável com que o António Costa tem governado. 

Mesmo que não aconteça, a simples ameaça, na forma e momento em que está a ocorrer, indicia que a Europa pode estar perto do fim.


Esta Europa não está pronta para um projeto Europeu

Quando leio notícias como a das reuniões apenas com os países fundadores da União Europeia para debater as consequências BREXIT, (lê mais aqui), não consigo deixa de me sentir incomodado. 

Mas somos uma união ou não? Porquê? Qual é a lógica de relegarem os restantes países para segundo plano?

Uma União que tinha como principal objetivo mitigar as diferenças existentes entre os diversos estados e evitar as guerras constantes que assolaram o continente europeu, parece estar mais preocupada em acentuar estas diferenças. 

Definitivamente esta não é a Europa do Adenauer, do Churchill, do Kohl, do d'Estaing, ou do Mitterrand. 

É incompreensível como é que em pleno século XXI continua a existir a necessidade de mostrar aos mais fracos quem manda, especialmente num momento em que a Europa é atacada e onde mais do que nunca deveria prevalecer a união (já escrevi sobre isto aqui).

Esta conversa das sanções é outra idiotice de uma Europa sem rumo. Ou seja, parece que esta Europa quer transmitir uma ideia simples: "Depois do BREXIT, vamos lá é garantir que aumenta o desconforto da opinião pública contra a União Europeia". 

Se o caminho natural do projeto europeu é o federalismo, onde o poder é partilhado, e onde largamos este estado de "chove mas não molha", os atuais cabecilhas desta coisa a que alguns chamam união estão mais preocupados em evitar que o Nigel Farage seja fotografado (já escrevi sobre o Brexit aqui).


Como é que é possível alguém pensar em sancionar qualquer país neste momento? 

Eu sei que esta coisa não é recente, já em 1919, no Tratado de Versalhes, a Europa e o Mundo se preocuparam mais em castigar, em sancionar, do que em resolver o problema. Mas acho que a história nos deveria ter ensinado que a hipocrisia não traz bom resultado.

É que se  houve 114 incumprimentodo pacto orçamental desde 1999, 11 vezes pela França, 10 vezes por Portugal, Polónia e Grécia, 8 pela Itália e 5 pela Alemanha, porque é que só agora se fala de sanções? O que é que esta malta pretende?

  (retirado da sic notícias, Comentário do Francisco Louçã)


Em Portugal, só há um beneficiado com isto, o Partido Socialista. Por isso, custa-me muito a acreditar que haja no PSD quem defenda, ou se sinta minimamente satisfeito com estas ameaças de sanções. A acontecer, esta será a desculpa que faltava para justificar a forma irresponsável com que o António Costa tem governado. 

Mesmo que não aconteça, a simples ameaça, na forma e momento em que está a ocorrer, indicia que a Europa pode estar perto do fim.


terça-feira, 26 de julho de 2016

Uma espécie de vírus da desonestidade intelectual


Recordar Carlos César, que recentemente em entrevista ao Jornal Expresso, a respeito das eleições dos membros para o Tribunal Constitucional, Provedoria de Justiça e CES, num primeiro momento expressava a profunda crença de que o PSD iria cumprir com a tradição, e num segundo momento, a desilusão pela apelidada “traição” e “vergonha” pelo sucedido na eleição do presidente do CES. Não deixa de ser curiosa esta reação de Carlos César, líder parlamentar do PS, que nas ultimas legislativas rasgou uma das mais importantes convenções e tradições constitucionais ao formar governo mesmo tendo perdido as eleições e ao eleger o presidente da Assembleia da República como partido menos votado. Uma espécie de vírus da desonestidade intelectual que o PS e o Bloco de Esquerda incubaram mas vão tentando transmitir a terceiros.
 

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Mussolini vs Trump. Conseguem ver as semelhanças?

 
Ser ou não ser: eis a questão. William Shakespeare 

 
video


Benito Amilcare Andrea Mussolini tornou-se o primeiro-ministro da Itália em 1922 tendo adotado o título de "Il Duce" em 1925. Após 1936, seu título oficial passou a "Sua Excelência Benito Mussolini, Chefe de Governo, Duce do Fascismo e Fundador do Império."
 
 


 
 
Qual seria o título de Donald Trump se o acaso e a desinspiração dos norte-americanos o conduzissem à casa branca?

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Donald Trump em 1998: "Se eu fosse candidato, seria como Republicano. Eles são o grupo de eleitores mais idiota do país..."

"If I were run, I'd run as Republican. They're the dumbest group of voters in the country..." Donald Trump ao "People Magazine" em 1998
 
 
 
 
"Nada mais assustador que a ignorância em ação."  Johann Goethe  
 
 

Hollande "bate o pé" a May



sem circulação de pessoas não há circulação de bens!

Ainda sobre Lisboa...


A sério, isto só pode ser preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. 
É que queimar nomes do PSD, como possíveis candidatos à Câmara de Lisboa, parece ser o novo desporto nacional. 
É uma espécie de Pokemon Go, mas na vertente Candidato Go.
Tudo serve de argumento, até se inventam apoios da estrutura do PSD de Lisboa. Pelo menos parece que ao presidente da estrutura concelhia do PSD de Lisboa ainda não chegou esta febre do Candidato Go.
O dirigente do PSD, Mauro Xavier lá teve o cuidado e o bom senso de escrever recentemente que “estes assuntos não se tratam nos jornais”, “cabe à comissão política de secção propor à Comissão Política Distrital as listas de candidatura aos órgãos das autarquias Locais". 
É que com esta caça ao Pokemon só há um partido que pode ser beneficiado e não é o PSD.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Ilariante.... o preço do populismo #BorisJohnson #JohnKerry


É delicioso ver como reage o Boris Johnson, em frente ao John Kerry, quando é confrontado por um jornalista norte americano, sobre as mentiras que disse e sobre os comentários que fez sobre o Obama  e a Hillary. Divinal.... (reparem na cara do Kerry)

A introdução foi esta:
"Sr. Boris você tem uma história invulgarmente longa de enormes exageros e de mentiras descaradas, pergunto-me como pode o Sr Kerry e os outros acreditar no que diz considerando o seu historial?"

A dada altura o jornalista pergunta ainda:

"Sr. Boris você disse em tempos que o atual presidente dos EUA, Obama, trazia em si uma parte Queniana de "antipatia ansestral pelo império britânico", e descreveu a possível futura Presidente dos EUA, Hillary Clinton como uma "mulher de cabelo tingido de loiro e lábios aguçados, com um olhar azul de aço, semelhante ao de uma enfermeira sádica num hospital psiquiátrico". Retira estes comentários, ou pretende mantê-los no seu novo cargo, como uma espécie de indicador do tipo de diplomacia que vai implementar?"




terça-feira, 19 de julho de 2016

Hollande, 4 horas em Lisboa


e Marcelo promete ajuda de Portugal na luta contra o terrorismo.

O TEMPO DIRÁ QUANTO CUSTA UMA GERINGONÇA


Portugal deve ser sancionado por incumprimento do défice. As instituições europeias devem sancionar Portugal. E porque é que alguém pode defender tal posição? É simples. Quanto mais não seja as penalizações devem sobrevir por existirem um conjunto de políticas de destruição do bom que se fez no passado para o equilíbrio das contas públicas. Devem suceder por este Governo estar em tom de festa socialista a promover o retrocesso das políticas económicas do anterior Governo e que tão bons resultados estavam a refletir em todos os indicadores económicos (só necessitavam de tempo). E tempo foi o que não houve. Pior, está-se a andar para trás no tempo. E o tempo dirá quanto custa uma geringonça.

 

A FALÁCIA!


O Governo afirmou que a eliminação gradual dos cortes salariais na função pública vai custar menos 97 milhões de euros do que o previsto no OE2016. O que a imprensa não fala e o Governo também não é que apesar das reposições salariais em termos brutos, existem novas tabelas de retenção com uma abissal carga fiscal que acabam por “comer” em termos líquidos os montantes repostos. E pelos vistos até dá folga orçamental. E vai-se transmitindo esta falácia com o beneplácito de todos.
 

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Nice! O fim da Europa?


Deparámo-nos ontem com o choque de mais um hediondo e desumano ataque a homens, mulheres e crianças que comemoravam em família e de forma pacífica, a festa nacional francesa. A França celebrava a tomada da Bastilha, ocorrida no dia 14 de julho de 1789, aquando do início da sublevação popular e da Revolução Francesa. Foi, infelizmente, mais um ato bárbaro, desumano, selvagem, reflexo da carência absoluta de valores e da incivilidade com a qual todos nós temos de lidar. Uma realidade, nem sempre percetível, por vezes distante, à distância dos 5000 km que nos separam da Síria, mas que ontem, lamentavelmente, voltou a entrar por nossa casa adentro. Uma realidade nua e crua que reduziu a vida de 84 inocentes a nada e cujo significado importa desvendar.
 
Hoje, ao ler o Artigo do Observador, assinado por Rui Ramos, intitulado“ Esta Europa pode acabar em Nice”, estremeci com o visível equivoco. O autor coloca a tónica no facto da Europa albergar hoje ”grandes comunidades imigrantes em crescimento descontrolado, e onde demasiada gente rejeita os valores ocidentais.” Erro! O problema não é esse. O problema é mais profundo, está dentro da sociedade europeia e intimamente ligado à inoperância dos políticos europeus, à falta de solidez política da Europa,  às ingerências geopolíticas ocidentais por todo o Mundo, com o fomentar da instabilidade política e religiosa e, consequentemente, da guerra, fenómeno que está na origem dos grandes êxodos migratórios que batem hoje à porta da Europa.

Mas porquê? Qual foi o resultado da primavera árabe? O que é que derivou da destruiu do Estado Líbio? Tinha a Europa interesse em criar um antro de terrorismo no norte de África? Quem é que fragilizou o Bashar Hafez al-Assad, armando grupos de jihadistas sunitas, potenciando o crescimento  do “Estado Islâmico” e levando ao extermínio das populações minoritárias como a xiita, alauita e cristã? Quem é que originou a vaga migratória síria que se atira ao mar para vir morrer nas praias da Itália e da Grécia? Seja como for, os agentes terroristas que atuam na Europa têm sido, na sua grande maioria, europeus de segunda e terceira geração, portanto, gente que se esperava, à partida, estar integrada há muito.
 
Rui Ramos e muitos outros estão enganados. Não são os emigrantes que a Europa e os EUA geram, a verdadeira ameaça aos “padrões atuais de liberdade, tolerância e pluralismo” europeus nem será a tragédia de Nice que levará ao fim da Europa. Espero, pelo contrário não estar perante um fenómeno de autoflagelação. Na realidade, este episódio e tantos outros, que têm ocorrido nos últimos anos na Europa ou à sua “porta”, são reflexo de uma crise profunda de princípios e valores que afeta o projeto da construção europeia e que coloca em causa os seus alicerces políticos, culturais e sociais. Numa Europa minada pela falta de solidariedade,  o lema da Revolução Francesa da liberdade, da igualdade e da fraternidade não passa hoje de uma bandeira esquecida e sem significado para muitos responsáveis políticos e para uma significativa franja da população virada para correntes de estrema direita. Os resultados eleitorais da Frente Nacional, em França, com 41% nas eleições regionais ou do Partido da Liberdade, na Áustria, com 48% nas últimas eleições presidenciais são um sinal importante.

Foi esse o lema que levou à tomada da Bastilha, mas é também é esse lema e são esses os valores que a França e um pouco por toda a Europa, se esquecem quando se assiste de forma impávida e serena à morte de milhares de inocentes nas águas do Mediterrâneo. No entanto, esse esquecimento não é pontual ou apenas visível à medida que as tragédias se vão somando aqui, em Africa ou no Médio Oriente. Na realidade estas tragédias são, também, fruto de uma sociedade europeia doente, que desconhece a verdadeira dimensão de valores como o da igualdade e da fraternidade e que trata os emigrantes e os estrangeiros com desrespeito e desdém.

Penso que, na realidade, existe uma verdadeira classe de rejeitados, de acossados, de discriminados, mentalmente desequilibrados, perdidos, sem valores, na sociedade europeia, que se começa a insurgir e encontra nas mensagens extremistas de organizações como o “Estado Islâmico”, o estímulo para desencadear uma verdadeira onda de vingança contra a sociedade que os humilha. Não será, certamente, de ânimo leve que um individuo pega num camião de 17 toneladas para atropelar centenas de pessoas que não conhece. Não se trata, certamente, de um ato surgido do nada, de um momento para o outro. Mas porquê no dia da festa nacional francesa? Porque não durante o desorganizado e tumultuoso Europeu de Futebol, terminado há 5 dias, aproveitando as grandes concentrações de milhares de adeptos vindos de toda a Europa? É simples, estamos perante o início de uma verdadeira sublevação assassina de franceses contra franceses, fruto de décadas de discriminação social, racial, cultural e religiosa. Um drama que apenas aos responsáveis políticos franceses se poderão imputar responsabilidades, pela ausência de uma política eficaz de segurança, mas também e a montante, de políticas de integração social e de uma política educacional que potencie, junto dos jovens franceses, uma cultura de civismo, tolerância e de respeito pela diferença.
 
As reações de desportistas, políticos, jornalistas e artistas franceses contra os portugueses, ocorridas após o Europeu de Futebol não foram uma simples coincidência nem uma sonora ventosidade de alguma corrente ligada a movimentos xenófobos. Foi sim, uma ventosidade generalizada que, apesar de se terem ouvido algumas vozes da civilidade gaulesa, preocupa pela falta de reparo e censura, das autoridades francesas. Aquilo que ocorreu em França, com naturalidade, tolerância e sem consequências, com afirmações como a do “musico” MERZO que atacou a nação portuguesa e deu a entender que os portugueses só serviam para a construção civil, em Portugal, são crimes de discriminação racial e ultraje de símbolos nacionais. Ora, estas ocorrências não são sintoma de uma sociedade democraticamente saudável, mas, antes, sinal de uma sociedade assente numa tensão social e cultural que espero, a França e todos os franceses a capacidade de corrigir, fazendo, assim, jus aos valores originais da Revolução Francesa.
 
 
 
 
"A consciência da inconsciência da vida é o mais antigo imposto à inteligência. Há inteligências inconscientes - brilhos do espírito, correntes do entendimento, mistérios e filosofias - que têm o mesmo automatismo que os reflexos corpóreos, que a gestão que o fígado e os rins fazem de suas secreções." Fernando Pessoa


http://observador.pt/opiniao/esta-europa-pode-acabar-em-nice/
 
 
 

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Os piores xenófobos são aqueles que acham que têm algo a provar. #Armada_sponsors_xenophobes #Merzo #armadamusic

É uma triste coincidência histórica que muitos dos piores racistas e xenófobos, os mais violentos e intransigentes, sejam pessoas que acham que têm algo a provar sobre as suas próprias raízes. 

Podemos olhar para as origens judias do Goebles e do Hitler, para a ação dos militares do protetorado de Marrocos durante a guerra civil de Espanha, para uma infinidade de exemplos tristes por todo o mundo.

Curiosamente, após a vitória lusa frente à França no campeonato da Europa, ouvimos da boca de um DJ francês (de origem árabe) um dos comentários mais xenófobos. 

O DJ Merzo escreveu na sua conta de Facebook  - "Fuck you Portugal, just use your hands to build houses, not for football" - (lê mais aqui, ou aqui).

Um fenómeno que só a psicologia pode explicar.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

quinta-feira, 7 de julho de 2016

CGD: Andam a vender gato por lebre

O Governo fala em “desvios” como fala das previsões económicas que não têm correspondência com a realidade. O "desvio" resulta da diferença entre o valor das previsões de resultados operacionais no plano de negócios e os resultados operacionais reais. Assim, o tal "desvio" não corresponde a um buraco, mas sim a um eventual desvio nas rendibilidades futuras que estavam previstas para a CGD, como a quebra significativa da Euribor que acaba por esmagar a margem financeira. Andam a vender gato por lebre aos portugueses para justificar os largos milhares de euros que terão de ser injetados para recapitalizar o banco e pagar indemnizações.
 
 
 

terça-feira, 5 de julho de 2016

pala de Siza Vieira no Parque das Nações não é uma "marquise"


mas parece que há por aí uns "iluminados" que querem transformar esta obra prima da arquitectura , numa zona de "arrumações".

Devem andar distraídas com o Euro 2016, só pode!!


Continuam a existir muitas dúvidas sobre como e em que formato irá a CGD operar, e em especial quanto dinheiro terá o Estado de colocar no banco para repor os seus capitais. Fala-se em 5,6 Mil Milhões € a par de 2500 despedimentos (podem até chamar-lhe programa de rescisões ou outra coisa qualquer). É importante que o executivo socialista esclareça o que pretende fazer com a recapitalização do banco público, porque a indefinição fragiliza a instituição e sistemicamente a posição dos outros bancos. Estanho é esta situação estar a acontecer e nem vivalma das descontentes irmãs Mortágua e da cigarra Catarina Martins!! Devem andar distraídas com o Euro 2016, só pode!!
 






 

Portugal não merece sanções, o Governo sim


Portugal vive neste momento o fantasma da aplicação de sanções por parte da Comissão Europeia no chamado procedimento por défice excessivo. Em abono da verdade nenhum dos objetivos macroeconómicos definidos pelo governo no orçamento se irá concretizar. Basta atendermos que o crescimento ficará abaixo dos 2.6% e muito provavelmente abaixo dos 1,5%, que o défice ficará acima dos 2.2%, e que a dívida pública tenderá a aumentar. Tudo isto anda em sentido contrário com o discurso otimista do Primeiro-Ministro António Costa. A juntar a todo este cenário já de si complexo, sabemos todos que o sistema financeiro está perto da rutura e com urgente necessidade de recapitalização, como o é o caso mais recente da Caixa onde os valores em causa andam perto dos 5,6 mil milhões de Euros. Sem esquecermos o processo da venda do Novo Banco que irá seguramente provocar perdas para outros bancos. Num cenário grave a situação poderá despoletar um novo programa de assistência financeira para acudir ao sistema financeiro nacional (situação que a população já não entende pois é sobre ela que os impostos que servem para pagar toda a incompetência do sistema incidem). Não vejo, honestamente, com as medidas exterminadoras deste governo, de parte do caminho de credibilidade que Portugal havia construído nos últimos anos, que Portugal fique a salvo das sanções europeias e da imposição mais cedo ou mais tarde de um programa de assistência financeira, qual regresso ao passado. Ou o governo compra um conflito com a UE, para manter a geringonça minimamente funcional, com resultados imprevisíveis, ou num regresso à austeridade e em obediência a Bruxelas, metamorfoseia o BE e o PCP numa espécie de versões Syrizianas. A vida não está fácil para o PM António Costa, agora que se aproxima a preparação e discussão do OE2017. Teremos eleições antecipadas forçadas? Em resumo, Portugal não merece sanções, o Governo sim.
 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Um facto curioso das eleições espanholas...


Nas eleições espanholas do passado domingo o "Podemos" e a "Esquerda Unida" coligaram-se, e perderam um milhão de votos.

As caras dizem tudo.

Sinais dos tempos? Claro que sim.



Entretanto, pela ibéria, continuamos a tentar constituir governos da mesma forma como nomeamos Câmaras Municipais

Se os resultados das eleições legislativas em Espanha e em Portugal nos demonstram alguma coisa é que a monarquia parlamentar e o semi-presidencialismo não funcionam.

Com a globalização, com a diversificação de forças políticas e com o fim do bipartidarismo, a formação de governos como ocorre em Portugal e em Espanha é tudo menos funcional, são sistemas que representam cada vez menos a vontade popular. 

Esta forma de eleger governos está feita para funcionar apenas com maiorias absolutas, mas com a democratização da comunicação, com a globalização da informação, será cada vez mais difícil obter maiorias absolutas.

Quantas eleições vão ter de haver em Espanha para haver uma maioria absoluta?

Está na altura de universalizar o voto, está na altura de reformar a forma como elegemos quem nos governa, de eleger quem nos representa.

Até agora, a forma mais eficiente de formar um governo acontece no presidencialismo. É olhar para o caso francês. Vários partidos vão a eleições, se não houver uma vitória por mais de 50% à primeira, há uma segunda volta com os dois partidos mais votados onde é eleito um presidente da república que nomeia o Primeiro Ministro e o governo. Simples, democrático e eficaz.

Entretanto, pela ibéria, continuamos a tentar constituir governos da mesma forma como nomeamos Câmaras Municipais.






sexta-feira, 24 de junho de 2016

O novo Paradigma de Liderança



Os sistemas de Governo atuais têm a sua base nos interesses partidários, desvirtuando assim a génese da gestão da polis, defendida desde os tempos da antiga Grécia.

Hoje, o paradigma do líder político assenta em bases que são definidas no seio dos próprios partidos políticos e nas ideias defendidas por um status quo, uma pequena oligarquia, que procura não mudar nada.

Existem vários fatores que têm vindo a provocar o afastamento dos cidadãos da participação política, entre os quais o facto de os líderes, nos últimos anos, desiludirem os seus eleitores.  

E isto tem levado cada vez maior número de pessoas a questionar os atuais líderes, a sua ação e o próprio futuro de Portugal.

Começa a ser óbvio que a necessidade de encontrar um novo paradigma de liderança é um imperativo nacional; esta deve ser, aliás, uma discussão e um debate centrado na verdadeira necessidade de Portugal enquanto País periférico e dependente no quadro da União Europeia.

Portugal necessita de se libertar de amarras e consolidar uma soberania e independência assente em três ideias chave: Justiça, Trabalho e Generosidade. O crescimento económico e um ajustamento, decerto doloroso, são uma necessidade e um ponto de partida, mas não devem, nem podem, ser a receita por si só. Não podemos deixar de considerar que sem uma justiça célere e eficaz, sem criação de trabalho e sem Justiça social, nenhuma receita de gestão pode ser eficaz. 

A política faz-se para as pessoas e com as pessoas, e um qualquer líder que despreze esta verdade fracassará.

Isto leva-nos à chamada “pergunta de um milhão de Euros”. Que líder queremos para o futuro? Será aquele que faz as perguntas certas ou aquele que nos oferece as respostas certas? Será um coordenador ou um catalisador? Será o homem do leme ou o navegador que estabelece a direção? Um futuro líder deverá ser um mestre na arquitectura financeira, económica ou social? Será um político? Um tecnocrata? Um gestor e um empreendedor de sucesso? Alguém com total independência do status quo? Ou um pouco de tudo isto?

É hoje consensual que para ser um bom líder não basta ser um bom político. As sociedades mudaram com o decorrer dos tempos. A globalização é hoje uma realidade. Os mercados comandam e definem as circunstâncias. Os modelos de governação e os líderes têm de se adaptar aos novos tempos e têm de se renovar.

Os líderes de hoje têm a responsabilidade de criar o futuro e de formar os líderes de amanhã. Hoje é o tempo certo para resistir e encontrar novas soluções. É uma oportunidade que se nos apresenta de podermos mudar uma receita com cerca de 40 anos de vida.

A estratégia das lideranças tem tido como prioridade desenvolver técnicas de sobrevivência, em vez de dar prioridade ao desenvolvimento e ao sucesso do País. Os líderes (do presente e do futuro), que entenderem a diferença entre a sobrevivência política e o sucesso político, vão certamente adaptar-se às novas realidades, inovar, recriar os modelos de governação e as suas bases corretas de acordo com os seus eleitores. A ser assim, estes líderes não só sobreviverão, como terão o sucesso associado à eficaz gestão do País.

O líder que se precisa deve procurar o sucesso evitando a miopia que apenas vê a sobrevivência da sua liderança e do seu País e deve abraçar uma estratégia de longo prazo para a sustentabilidade que, assente na Justiça, Trabalho e Generosidade, possa alcançar o sucesso para Portugal.

Ninguém procura um D. Sebastião, mas sim um líder que seja motivador e que possa renovar a confiança dos portugueses, cada vez mais afastados. Procuramos “um de nós” que transmita confiança e esperança. Procuramos “um de nós”, em quem possamos depositar o futuro dos nossos filhos.

Muitos podem dizer que o que defendo neste artigo é uma utopia, mas exemplos como o de John F. Kennedy, Winston Churchill, Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, Martin Luther King, Abraham Lincoln e de Francisco Sá Carneiro provam que estas ideias estão próximas da realidade se assim o desejarmos.

As lideranças que defendem genuinamente as suas causas e que procuram o sucesso e bem-estar do seu povo, são as únicas capazes de mudar e de garantir que Portugal, ou qualquer outro País, tem Futuro.

fonte: Jornal OJE: http://www.oje.pt/novo-paradigma-lideranca/