terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

"Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas" Álvaro de Campos, 21-10-1935



Nunca é tarde para escrever cartas de amor...



(vale a pena ver o video antes de ler...)


Como romântico inveterado que sou também já as escrevi, aliás já fui ao ponto de fazer uma serenata. Por isso não podia deixar de fazer referência a esta carta que li apenas hoje (ver aqui).

Apesar de ter sido publicada depois do dia de São Valentim, o meu lado mais romântico acredita que foi lida pela primeira vez no jantar de sexta passada, acompanhada por um bom vinho tinto e à luz de velas.
Compreendo e respeito a posição de quem demonstrou por carta aquilo que lhe vai na alma e até entendo a revolta de quem já sabia o que lhe ia acontecer (ver aqui)
No entanto, já me é mais difícil encontrar resposta para o silêncio de oito anos do Dr. António Capucho perante outras expulsões idênticas à sua.
Seria de esperar que alguém tão defensor da social democracia, que já foi quase-tudo no PSD, tivesse pelo menos dito alguma coisa sobre o que se passou em 2005, quando foram expulsos mais de 150 militantes não tão conhecidos e não tão imprescindíveis