quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Felizmente imperou o bom senso…



A pretensão de restringir as capacidades de intercepção de comunicações, atribuindo o seu monopólio à Polícia Judiciária, não só representaria um retrocesso legislativo de décadas como tornaria a investigação criminal num processo (ainda) mais moroso e custoso.
Só falta mesmo alargar essas capacidades aos Serviços de Informações, no âmbito das suas competências e atribuições.