quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O Socialismo dura até acabar o dinheiro de todos


Ora vamos lá falar de dinheiros públicos nas mãos do Partido Socialista:

TGV. A grande obra do regime Socrático. Obra ancorada na ilusão europeia sobre uma rede de alta velocidade, associada às novas tecnologias, ambiente e modernidade. Custo: 1.700 M€. Não fora a crise e ainda teríamos mais este buraco para tapar com o sacrifício de todos.

Parque Escolar e as suas faraónicas obras. Colocaram muitas crianças a estudar em hotéis de 5 estrelas. Num total de 1.400 milhões de euros em materiais de luxuosa qualidade que ornamentam os edifícios escolares.

PPP´S. Quem não se lembra do Ministro Mário Lino e o Secretário de Estado Paulo Campos, anunciarem efusivamente nos media, que sabiam fazer entrecosto com carne e osso: “são obras sem qualquer custo para o Estado”. Pois bem, tomem lá agora 30 mil milhões de euros para pagar, dado que os riscos das autoestradas sem tráfego e adequada rentabilidade recaiu com as renegociações de última hora a favor dos privados em prejuízo do Estado (entenda-se do contribuinte).

Contratos “SWAP”. Recordam-se do incentivo Socrático para que as empresas públicas assinassem contratos desta natureza, onde o suposto objetivo seria cobrir o risco de juro que as empresas teriam no financiamento da sua atividade. Mas não, o objetivo foi obter mais financiamento sem reflexo orçamental. No final as perdas traduziram-se em mais de 3.000 milhões de euros, onde ex-Ministros e Secretários de Estado e gestores públicos, foram os autores dessas perdas.

BPN. Processo de nacionalização de ativos tóxicos, com um custo de 3.450 milhões de euros, de acordo com a comissão parlamentar de inquérito.

Défice tarifário no sector energético com uma previsão de exceder os 8 mil milhões de euros lá para o final de 2020, onde uma vez mais o risco corre pelo Estado/Contribuintes, e com rentabilidade assegurada para os privados.

Novo Aeroporto de Lisboa. Cerca de 3.100 milhões de euros que a crise estancou, evitando que se transformasse em mais uma obra megalómana. A urgência era tal, que, em 2007, se previa esgotar a capacidade lá para meados de 2011,onde se atingiriam 26 milhões de passageiros. O então Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, dizia ser uma necessidade discutir-se a urgência de um novo aeroporto, não tanto a sua localização. Certo é que estamos em 2014 e apesar dos muitos animadores dados do turismo, ainda só se recebeu em Lisboa, cerca de 15 milhões de passageiros, e que se saiba o aeroporto da Portela ainda não fechou por falta de capacidade.

Aeroporto de Beja. Por fim esta pérola do antártico: mais de 33 milhões de euros investidos para zero utilizadores.

São apenas alguns exemplos do que é a gestão de dinheiros públicos em governos socialistas, cujos resultados todos sabemos onde nos conduziu. Exatamente cerca de 45 mil milhões de euros. Mais de 30% do PIB português. Dois terços do financiamento obtido com o programa de ajustamento.