quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

A intolerância. Uma questão de sobrevivência...

 
Apesar de não acompanhar o tom jocoso da abordagem de H. Raposo, na sua última crónica do Expresso, ao tema da prática generalizada da pedofilia nas comunidades muçulmanas, a questão é grave e muito pertinente, devendo ser colocada no âmbito, mais abrangente, das disfuncionalidades culturais do Islão e da sua importação pela Europa. Importa, assim, dizer "não", assumindo-se uma clivagem que a História demonstra e que a natureza humana alimenta. Não é admissível que, a coberto da tolerância multicultural, tão presente e bem, numa Europa cada vez mais descaracterizada e esquecida das suas origens e da matriz dos seus valores, se tolere a violência, a cultura do ódio, da discriminação sexual ou a pedofilia! Não tolerar os intolerantes é, neste momento, uma questão de sobrevivência da civilização ocidental.
 

 
 
 
 
 
 
 

A Europa tem de assumir a sua génese cristã, do ponto de vista cultural e religioso, desenvolvendo, em paralelo, uma política de defesa e integração dos mais fracos e oprimidos, em paralelo com a aplicação de mecanismos policiais e militares de imposição da legalidade e, porque não, dos "bons costumes" - convém relembrar o conceito do "bonus pater famílias". Estamos perante, sem dúvida, uma encruzilhada, um momento que se deseja de viragem, numa Europa que terá de sair do "armário", assumindo o seu pepel no Mundo. O combate integrado e partilhado aos fenómenos terroristas poderá ser o primeiro sinal duma nova era. E convêm que seja um "sinal" que o daesh interiorize...