terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Escândalo "We Are Sthlm" - mídia europeia cumplice da nova jihad!

Depois do terror sexual perpetrado por cerca de mil meliantes na noite da passagem de ano em Colónia, Hamburgo e Estugarda, na Alemanha, a polícia sueca veio agora admitir que ocultou informações sobre uma vaga de agressões sexuais contra mulheres durante as edições de um festival de música "We Are Sthlm" em Estocolmo em 2014 e em 2015.
 
Face ao carácter organizado dos ataques a questão que se coloca é a de saber se se trata de um simples caso de polícia provocado pelo choque de culturas ou se estamos perante uma ação deliberada de forças obscuras que visam alimentar as tensões sociais na Europa e estimular as correntes mais nacionalistas, originando assim ações de retaliação e comportamentos xenófobos ou racistas.
 
Convenhamos que poucas ações de terrorismo são merecedoras de mais asco que aquelas ocorridas nestes últimos tempos, em que milhares de marginais saem à rua para agredir sexualmente as mulheres e raparigas que se cruzam (1) no seu caminho.

Estou convencido que, na realidade, estamos perante uma marginalidade organizada, eventualmente, caracterizável de terrorismo. Um terrorismo sexualizado importado para a Europa e que apenas serve os objetivos dos movimentos terroristas interessados em criar focos de conflito civilizacional que alimentem a sua jihad. Trata-se, aliás, de um fenómeno que não é novidade na Síria e no Iraque onde a escravatura sexual é utilizada, pelo daesh, como arma contra as populações perseguidas, nomeadamente, yazidis.
 
Estaremos, assim, perante uma faceta diferente da jihad, consubstanciada-se numa nova forma de levar o Islão aos "infiéis"? A novidade é a chegada do falo mujahidin à Europa. Aquilo que noutros tempos se desejava e aspirava a conquistar pela espada tem hoje, quiçá, sob as instruções de algum auto-intitulado califa, uma versão mais macabra.
 
Uma coisa é certa, estes fenómenos têm de ser castrados, abordados de uma forma dura, punindo-se, sem contemplações de espécie alguma, os delinquentes/terroristas envolvidos. Para além disso, exige-se que este assunto seja abordado pelas autoridades de forma frontal e honesta.
 
Isto é, é imperioso que se denuncie este tipo de crime encarando-o sem preconceitos, tratando-o exatamente da mesma forma como se trataria uma situação similar perpetrada por skinheads ou outros ogres nacionalistas. 
 
 
Neste caso o silêncio não é alternativa. Neste caso o silêncio é cúmplice. Que o digam as raparigas violadas em 2015 em Estocolmo, durante a segunda edição do festival de violações acompanhadas à bashi-buzuq. Uma coisa é certa, a comunicação social europeia tem sido, sem dúvida cúmplice e preconceituosa na abordagem lânguida ao assunto.

 
 (1) Abro aqui um parêntesis para lamentar a utilização da palavra "cruzam". Efetivamente não consegui encontrar outro sinónimo mais ecuménico de forma a evitar uma derivação da palavra CRUZ, ferindo, assim, alguma personalidade mais algésica ou menos integrada.